Quando me resta o desespero, mergulho nos segredos que um dia confiscamos.
Sobre as páginas lacradas do meu interior, guardo as frases que relatamos.
Quando me invade o aconchego, fecho os olhos para mais um sonho protagonizado por nós.
Sobre os clichês deste mundo, continuo com a velha opinião feroz.
Quando me volta o sorriso, é porque retornou sua presença.
Sobre os passeios vividos, a mesma lembrança.
Quando me penetra a saudade...
Ah, a respeito disso não sei dizer.
Sobre o meu olhar cativo, as lágrimas insistem em descer.
Quando me vejo sozinho, conheço de perto a solidão.
Sobre as cartas que escrevi, muitas ainda virão.
Quando me bate a angústia, aperto as linhas da agonia.
Sobre a aflição, sei que terei todo dia.
Quando me falta uma palavra, invento um dicionário.
Sobre sua imagem, o único escapulário.
Quando me entregam o guia, sigo o seu caminho.
Sobre os passos que dou, nosso destino.
Quando me decifro por inteiro, percebo a ausência da tua parte.
Sobre as coisas que fiz a mão, uma modesta arte.
Quando me encontro, deixo o sentimento falar mais alto.
Sobre a razão que tenho, não tenho mais quando você é o fato.
Quando me escondo, sempre deixo pistas para a sua busca.
Sobre as formas de carinho, a maneira mais justa.
Quando me surpreendo, você é a surpresa.
Sobre as músicas, nada mais além de sinceras letras.
Quando me encho de medo, lembro que você também o tem.
Sobre minha boca, o gosto doce que te mantém.
Quando me inflama o amor, fico sem resistência.
Sobre o meu coração, a tua existência,
E nada mais.
Sobre as páginas lacradas do meu interior, guardo as frases que relatamos.
Quando me invade o aconchego, fecho os olhos para mais um sonho protagonizado por nós.
Sobre os clichês deste mundo, continuo com a velha opinião feroz.
Quando me volta o sorriso, é porque retornou sua presença.
Sobre os passeios vividos, a mesma lembrança.
Quando me penetra a saudade...
Ah, a respeito disso não sei dizer.
Sobre o meu olhar cativo, as lágrimas insistem em descer.
Quando me vejo sozinho, conheço de perto a solidão.
Sobre as cartas que escrevi, muitas ainda virão.
Quando me bate a angústia, aperto as linhas da agonia.
Sobre a aflição, sei que terei todo dia.
Quando me falta uma palavra, invento um dicionário.
Sobre sua imagem, o único escapulário.
Quando me entregam o guia, sigo o seu caminho.
Sobre os passos que dou, nosso destino.
Quando me decifro por inteiro, percebo a ausência da tua parte.
Sobre as coisas que fiz a mão, uma modesta arte.
Quando me encontro, deixo o sentimento falar mais alto.
Sobre a razão que tenho, não tenho mais quando você é o fato.
Quando me escondo, sempre deixo pistas para a sua busca.
Sobre as formas de carinho, a maneira mais justa.
Quando me surpreendo, você é a surpresa.
Sobre as músicas, nada mais além de sinceras letras.
Quando me encho de medo, lembro que você também o tem.
Sobre minha boca, o gosto doce que te mantém.
Quando me inflama o amor, fico sem resistência.
Sobre o meu coração, a tua existência,
E nada mais.
Um comentário:
Quando me invade o teu calor, rezo ser gelo até o infinito.
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