
Deixe-me
Dar poucos passos e chegar longe,
Seguir por lados opostos e atravessar a mesma ponte,
Olhar sem reflexo qualquer horizonte.
Deixe-me
Rodeado de gente e solidão,
Apoiado e seguro em minhas próprias mãos,
Cuidar de mim sem ter que ter cuidado com a razão.
Deixa que me vejam sem rumo ou qualquer direção,
Com medo da luz essencial.
Que percebam meu mundo em discussão,
Que não me considerem primordial.
Deixa que me façam de boneco em construção
E que me quebrem com um toque qualquer.
Que me renove a cada manhã,
E seja sempre o que eu quiser.
Deixe-me
Chorar por cada sorriso compreendido,
Por toda festa de alguém apreendido.
Parecer um gênio ao ensinar o que é conhecido.
Deixe-me
Perder a lida a cada novo dia,
O caminho de volta de toda ida,
Ter a esperança de uma renovada vida.
Deixa que queiram me matar em uma outra confusão,
Que passem despercebidamente por mim,
Que não tenham o mínimo de atenção,
Ou que cheguem comigo ao mesmo fim.
Deixa que saibam do meu mau hábito de dizer não,
Que me odeiem por ser quem sou,
Que invejem a minha maior posição,
Ou que me amem no raro amor.
Sei bem que muito disso não condiz,
São só alguns enganos.
Não sei se algo disso é o que se diz,
São apenas frutos dos meus 19 anos.
Dar poucos passos e chegar longe,
Seguir por lados opostos e atravessar a mesma ponte,
Olhar sem reflexo qualquer horizonte.
Deixe-me
Rodeado de gente e solidão,
Apoiado e seguro em minhas próprias mãos,
Cuidar de mim sem ter que ter cuidado com a razão.
Deixa que me vejam sem rumo ou qualquer direção,
Com medo da luz essencial.
Que percebam meu mundo em discussão,
Que não me considerem primordial.
Deixa que me façam de boneco em construção
E que me quebrem com um toque qualquer.
Que me renove a cada manhã,
E seja sempre o que eu quiser.
Deixe-me
Chorar por cada sorriso compreendido,
Por toda festa de alguém apreendido.
Parecer um gênio ao ensinar o que é conhecido.
Deixe-me
Perder a lida a cada novo dia,
O caminho de volta de toda ida,
Ter a esperança de uma renovada vida.
Deixa que queiram me matar em uma outra confusão,
Que passem despercebidamente por mim,
Que não tenham o mínimo de atenção,
Ou que cheguem comigo ao mesmo fim.
Deixa que saibam do meu mau hábito de dizer não,
Que me odeiem por ser quem sou,
Que invejem a minha maior posição,
Ou que me amem no raro amor.
Sei bem que muito disso não condiz,
São só alguns enganos.
Não sei se algo disso é o que se diz,
São apenas frutos dos meus 19 anos.
Um comentário:
Que lindas palavras Caio
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